País
Urgências hospitalares. Tempos de espera voltam a aumentar
Pouco antes das 10h00, os utentes da urgência do Hospital Amadora-Sintra enfrentavam uma espera de quase nove horas.
Os tempos de espera voltaram este domingo a dilatar-se em algumas unidades hospitalares do país. Dados do portal do Serviço Nacional de Saúde situavam, durante a manhã, no Hospital Amadora-Sintra a espera mais alargada, aproximando-se das nove horas.
Pelas 9h45, na urgência geral do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, ou Amadora-Sintra, 44 doentes classificados como urgentes, ou seja, com pulseira amarela, tinham por diante oito horas e 42 minutos de espera pela primeira observação por um médico.
Ao todo, à mesma hora, o hospital tinha 65 doentes à espera da primeira observação na sequência da triagem.O Hospital Amadora-Sintra debate-se com a escassez de recursos humanos face a uma elevada pressão assistencial. Nos concelhos abrangidos pela unidade, perto de 240 mil utentes não têm médico de família.
Já no Hospital de Portimão, integrado na Unidade Local de Saúde do Algarve, pelas 9h45, 17 doentes com pulseira amarela aguardavam quase cinco horas para serem vistos por um médico.
Na generalidade das demais unidades, os tempos de espera para doentes urgentes oscilavam durante a manhã entre 30 minutos e uma hora.
Recorde-se que, ao abrigo do sistema de triagem, situações consideradas muito urgentes, com pulseira laranja atribuída, têm um atendimento recomendado nos dez minutos depois da triagem; para os casos urgentes, com pulseira amarela, a espera não deve ultrapassar os 60 minutos e, nos pouco urgentes, com pulseira verde, o tempo recomendado é de 120 minutos.
c/ Lusa
Pelas 9h45, na urgência geral do Hospital Professor Doutor Fernando Fonseca, ou Amadora-Sintra, 44 doentes classificados como urgentes, ou seja, com pulseira amarela, tinham por diante oito horas e 42 minutos de espera pela primeira observação por um médico.
Ao todo, à mesma hora, o hospital tinha 65 doentes à espera da primeira observação na sequência da triagem.O Hospital Amadora-Sintra debate-se com a escassez de recursos humanos face a uma elevada pressão assistencial. Nos concelhos abrangidos pela unidade, perto de 240 mil utentes não têm médico de família.
Já no Hospital de Portimão, integrado na Unidade Local de Saúde do Algarve, pelas 9h45, 17 doentes com pulseira amarela aguardavam quase cinco horas para serem vistos por um médico.
Na generalidade das demais unidades, os tempos de espera para doentes urgentes oscilavam durante a manhã entre 30 minutos e uma hora.
Recorde-se que, ao abrigo do sistema de triagem, situações consideradas muito urgentes, com pulseira laranja atribuída, têm um atendimento recomendado nos dez minutos depois da triagem; para os casos urgentes, com pulseira amarela, a espera não deve ultrapassar os 60 minutos e, nos pouco urgentes, com pulseira verde, o tempo recomendado é de 120 minutos.
c/ Lusa